Depois de algumas manifestações de descontentamento por parte de alguns habitantes da aldeia do Cachão, a fábrica de óleos que laborava neste local foi mandada encerrar pela câmara Municipal de Mirandela.

A decisão da autarquia foi tomada após ter sido analisado um relatório do Ministério do Ambiente onde se constatava que a unidade fabril poderia ser responsável pela emulsão de 32 poluentes do ar e da água com características susceptíveis de se reflectirem na saúde publica.

A fábrica de óleos do Cachão foi também mandada encerrar porque não possuía o respectivo licenciamento da Direcção Regional de Economia.

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